Na última semana, foi aprovada pelo Supremo Tribunal Federal a união estável entre homossexuais. Ou seja, o companheiro(a) pode ter direito a benefícios como assistência médica, heranças e pensões gerando assim, o novo formato da família brasileira. Mas esta decisão não significa que o casamento gay foi aprovado no Brasil. Esta é somente uma das batalhas conquistadas pelos homossexuais, pois ainda existe muita resistência por parte dos cristãos. Em alguns países, esta Lei faz parte da Constituição como a nossa vizinha Argentina que foi o primeiro país da América Latina a aprovar o casamento gay.
Os deputados da bancada cristã não aprovam de maneira alguma esta Lei. O Pastor Silas Malafaya se mostrou indignado com a declaração do STF e está organizando uma passeata em Brasília, no próximo dia 29, para tentar reverter essa situação: “Homem e mulher, a lei define gênero. Para aprovar isso (referência à união entre os homossexuais) teria que mudar a Constituição. O STF rasgou a Constituição. Ficamos a mercê da opinião pública”, disse o pastor em entrevista a um jornal do Rio de Janeiro. É provável que aqui no Brasil o casamento homossexual demore muito a acontecer, juridicamente falando, pois em 2008 um jornalista e um produtor se casaram com uma cerimônia religiosa baseada no candomblé e assinaram um contrato de parceria oficializando a união estável. Mas se depender de homofóbicos e da resistência cristã esta Lei nunca sairá do papel. Mas as opiniões divergem entre os brasileiros. Foi feita uma pesquisa com muitos brasileiros e uma estudante disse ter dúvidas quanto a legalização. “Acho que seria ótimo, para que não houvesse tanto preconceito. Mas pela religião sou contra, porque Deus fez Adão e Eva. A mulher para o homem e o homem para a mulher. Mas como hoje o mundo mudou, é mais fácil aceitar”, opinou a estudante que é católica.
Os deputados da bancada cristã não aprovam de maneira alguma esta Lei. O Pastor Silas Malafaya se mostrou indignado com a declaração do STF e está organizando uma passeata em Brasília, no próximo dia 29, para tentar reverter essa situação: “Homem e mulher, a lei define gênero. Para aprovar isso (referência à união entre os homossexuais) teria que mudar a Constituição. O STF rasgou a Constituição. Ficamos a mercê da opinião pública”, disse o pastor em entrevista a um jornal do Rio de Janeiro. É provável que aqui no Brasil o casamento homossexual demore muito a acontecer, juridicamente falando, pois em 2008 um jornalista e um produtor se casaram com uma cerimônia religiosa baseada no candomblé e assinaram um contrato de parceria oficializando a união estável. Mas se depender de homofóbicos e da resistência cristã esta Lei nunca sairá do papel. Mas as opiniões divergem entre os brasileiros. Foi feita uma pesquisa com muitos brasileiros e uma estudante disse ter dúvidas quanto a legalização. “Acho que seria ótimo, para que não houvesse tanto preconceito. Mas pela religião sou contra, porque Deus fez Adão e Eva. A mulher para o homem e o homem para a mulher. Mas como hoje o mundo mudou, é mais fácil aceitar”, opinou a estudante que é católica.
Enquanto isso não for resolvido de uma vez, as cobranças e manifestos vão ser cada vez maiores, claro que é um assunto crítico que precisa ainda de muitas definições. Para que aprova e é a favor, as últimas conversas sobre a liberação foram bem satisfatórias, agora para quem é contra fará o possível para que isto fique apenas no papel.
na verdade estamos vivendo uma inverção de valores de fato.antes a mulher virtuosa era aquela que cuidava da casa e de seu marido e filhos mais hoje essa mesma mulher e ridicularizada pelas amigas que a chamam de coitada e assim hoje a mulher e emcorajada a viver independente de homem,mais eu pergunto onde fica a familha nesse contesto os filhos sendo criados sem a presença do pai da mesma forma tanbem agora alguem idealizou essa lei stupida q ira degradar por conpleto ba nossa sociedade e assim seus filhos seram induzidos a serem omosexuas sera isso mesmo que queremos pra nossa nação.
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