quinta-feira, 16 de junho de 2011

Proteja o cão

Os cães também ficam mais frágeis no inverno. A estação aumenta o perigo de contrair cinomose, por exemplo. Os médicos veterinários afirmam que essa é uma das piores doenças, com alto índice de mortalidade. Ela apresenta três fases bem delimitadas, com sintomas digestivos (diarréia e vômito), respiratórios (corrimento nasal e ocular) e nervosos (tiques nervosos, convulsões e paralisia dos membros). As fases não aparecem necessariamente nessa ordem e algumas podem nem se manifestar.

Sendo uma doença provocada por vírus, é de fácil contágio e de difícil tratamento. O que se tem a fazer é correr para o veterinário e caso a pessoa tenha mais de um cão, o cuidado tem que ser redobrado, porque ela pode perder todos. O diagnóstico é feito com exame sonorológico e a prevenção, com vacinas importadas.

As pneumonias também são normais neste período. O tipo conhecido por “tosse dos canis” ataca o complexo respiratório e pode ser prevenido por vacina específica. Vale enfatizar que é altamente contagiosa de cão para cão e também pode contaminar humanos. Ela é transmitida pelo ar, com partículas que se dispersam com a tosse do animal.

Mesmo não sendo respiratório, outro problema da estação é o carrapato, uma hemoparasitose comum do clima. Ao sugar o sangue do animal, o carrapato infectado injeta microparasitas que vão atacar as hemácias, provocando anemia lenta, quase imperceptível. Como prevenção é bom o uso de coleiras contra o agente e higiene do habitat do cão. O animal tende a ficar apático, apresentando um quadro de desidratação.

Por último, não deixe de observar a alimentação do cão. Notar que o animal parou de comer é um começo. Para isso, seguir uma rotina com horários certos para que o mesmo come torna mais fácil identificar as doenças.

Cuidados no frio

Caso a temperatura venha a baixar muito nessas madrugadas de junho as roupas normalmente resolvem esse problema. Tanto para animais que dormem fora de casa quanto para os que dormem dentro é interessante o uso de cobertas que possam mantê-los quentes, protegendo-os da friagem.

Outro cuidado se dá com relação ao banho, quando for dado em casa, é melhor dar preferência para o período mais quente do dia – e em dias de sol mais intenso – para complementar a secagem. A frequência deve ser menor no inverno. Tanto os filhotes quanto os animais mais velhos precisam de atenção redobrada, pois os filhotes ainda não têm todo o sistema de defesa do organismo desenvolvido e no caso dos idosos, o organismo já não funciona tão bem.

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